VÁ! VÁ SEMPRE.
COM SORRISO – SEM ÓDIO!
Se não puder ir a pé, por ser distante... talvez de
carro;
Se não tiver carro... provavelmente de boleia;
Se não conseguir... eventualmente recurso a uma bicicleta;
Se tal for inviável... talvez alguém se lembre de pedir umas GMC ao exército ou uns botes de borracha aos Fuzileiros;
Se, de todo, não houver alternativas mais à mão (os helis são muito caros)... talvez possamos ficar doentes, pedir atestados às ministras da saúde ou da administração interna, e solicitar a ajuda dos bombeiros;
Se, após todas estas ideias de uma lucidez fora do comum, não conseguir deslocar-se... não desespere: o governo ainda vai instalar o voto eletrónico;
Por agora não me ocorre qualquer outra situação.
Se não tiver carro... provavelmente de boleia;
Se não conseguir... eventualmente recurso a uma bicicleta;
Se tal for inviável... talvez alguém se lembre de pedir umas GMC ao exército ou uns botes de borracha aos Fuzileiros;
Se, de todo, não houver alternativas mais à mão (os helis são muito caros)... talvez possamos ficar doentes, pedir atestados às ministras da saúde ou da administração interna, e solicitar a ajuda dos bombeiros;
Se, após todas estas ideias de uma lucidez fora do comum, não conseguir deslocar-se... não desespere: o governo ainda vai instalar o voto eletrónico;
Por agora não me ocorre qualquer outra situação.
Mas...se, por um qualquer milagre, tiver um clique
disponível, não hesite. VÁ. Vá sempre.
Apenas não deve levar galochas, pois os japoneses -
experientes nesta matéria - não aconselham. A água infiltra-se e as pernas não
aguentam o peso. Ficará imóvel... à mercê de uma qualquer rajada de vento. E,
assim, lá vai o boletim de voto
.


